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PL tentará atrair Zema para ser vice de Flávio Bolsonaro, diz Valdemar

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou nesta quinta (29) que trabalhará para atrair o governador Romeu Zema (Novo-MG), de Minas Gerais.

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou nesta quinta (29) que trabalhará para atrair o governador Romeu Zema (Novo-MG), de Minas Gerais, para ser vice na chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para a presidência da República nas eleições de outubro. Até o momento, o mineiro se apresenta como pré-candidato ao cargo, mas se diz aberto a negociações.

A possibilidade de compor uma candidatura com o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) passou a ser discutida depois que o PL perdeu a possibilidade de articular um apoio do PSD, que filiou o governador goiano Ronaldo Caiado nesta semana e cravou que terá um nome próprio para concorrer contra a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A legenda decidirá entre Caiado e os governadores Ratinho Junior, do Paraná, e Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, em abril.

“Zema seria um ótimo vice. O ideal é estarmos todos juntos no primeiro turno para vencermos as eleições. Vamos conversar com todos os partidos. Temos de trabalhar. O Flávio ainda vai ter muito trabalho”, disse Costa Neto em entrevista ao jornal O Globo.

Mais cedo, Bolsonaro reafirmou ao governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), de São Paulo, que o filho é seu candidato ao Palácio do Planalto, e que o ex-ministro irá mesmo tentar a reeleição ao governo do estado.

O olhar de Valdemar Costa Neto para Zema vai além de tentar unificar uma parte do campo da direita, e mira exatamente o eleitorado de Minas Gerais considerado um modelo do perfil nacional e segundo maior colégio eleitoral do país.

A confirmação do PSD de lançar candidato próprio, na visão do dirigente do PL, amplia o risco de dispersão do campo conservador e enfraquece a tentativa de apresentar Flávio Bolsonaro como candidato natural do grupo.

Por outro lado, o senador afirma que essa fragmentação inicial ajudará a dispersar a votação e levar a eleição para o segundo turno, em que a direita se unirá para a disputa contra Lula.

Fonte
Gazeta do Povo

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